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Presidente da CONAF, Gedir Santos, lamenta morte de Bernadete Pacífico e defende punição para culpados

A liderança quilombola baiana e coordenadora da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq) foi assassinada na noite da última quinta-feira (17).

Por: Luiz Cabrine, Valor Comunica

Foto: Luiz Cabrine/Valor Comunica: Presidente da Conaf, Gedir Santos; ele também
lamentou o assassinato da líder Bernadete e defende a apuração e punição dos autores
.

O presidente da Confederação Nacional da Agricultura Familiar do Brasil (CONAF), Gedir Santos Ferreira, lamentou mais um ato de violência no campo. Desta vez, a vítima foi Bernadete Pacífico, liderança assassinada na última quinta-feira (17) em Salvador, dentro de um quilombo, no estado da Bahia. Gedir defendeu a apuração do crime e punição severa ao culpado ou culpados, com base na lei, para os culpados. Bernadete foi morta com pelo menos 12 tiros no rosto.

O assinato de Bernadete repercutiu em nível nacional e chamou  a atenção de políticos e entidades religiosas usaram as redes sociais na nesta sexta-feira (18) para repercutir a morte de Bernadete Pacífico, liderança quilombola baiana e coordenadora da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq), que foi assassinada na noite de quinta.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou, em mensagem publicada em rede social, o assassinato da líder quilombola.

“Com pesar e preocupação soube do assassinato de Mãe Bernadete, liderança quilombola assassinada a tiros em Salvador. Bernadete Pacífico foi secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial na cidade de Simões Filho e cobrava justiça pelo assassinato do seu filho, também um líder quilombola”, disse a mensagem.

O quilombo Pitanga dos Palmares, que era liderado por Bernadete, é responsável por uma associação onde mais de 120 agricultores produzem e vendem farinha para vatapá, além de frutas e verduras como abacaxi, banana da terra, inhame e maracujá. Cerca de 290 famílias vivem no local de 854 hectares. O quilombo foi certificado em 2004, mas ainda não teve o processo de titulação concluído.

Ministra Anielle Franco

Segundo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, criminosos invadiram o terreiro onde Bernadete estava. “O racismo religioso mata e produz violências reais”, escreveu a ministra.

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